ASSEMBLEIA GERAL DE ACIONISTAS 2025
POSTADO NA
Corporativo
- Os acionistas aprovaram todas as propostas do Conselho de Administração.
- Marta Álvarez foi reeleita por cinco anos como Presidente do El Corte Inglés.
- A Assembleia Geral aprovou também a renovação de Cristina Álvarez como administradora e de José Ramón de Hoces como secretário do conselho.
- O Plano Estratégico, em vigor desde 1 de março, prevê investimentos de 3.000 milhões de euros até 2030.
A Assembleia Geral de Acionistas do El Corte Inglés, realizada esta quinta-feira, em Madrid, aprovou todas as propostas do Conselho de Administração.
Durante a Assembleia, Marta Álvarez foi reeleita para um novo mandato de cinco anos como Presidente do Conselho de Administração do El Corte Inglés. A Assembleia Geral também aprovou a renovação de Cristina Álvarez como administradora e de José Ramón de Hoces como secretário do conselho.
A Presidente referiu-se ao Plano Estratégico 2025-2030, em vigor desde 1 de março, destacando como aspetos-chave a remodelação das lojas, a expansão dos negócios e o crescimento das capacidades logísticas e tecnológicas do grupo.
Para alcançar estes objetivos, o Plano Estratégico prevê investimentos superiores a 3.000 milhões de euros ao longo do período.
Durante a sua intervenção, Marta Álvarez afirmou que “tudo o que fazemos no El Corte Inglés está orientado para compreender, antecipar e superar as expectativas dos nossos clientes, oferecendo-lhes experiências únicas e um valor real: o serviço que nos distingue”.
A Presidente reconheceu também o trabalho de todos os profissionais do Grupo nas suas diversas áreas de atividade e reiterou o compromisso do El Corte Inglés com a sociedade e com o meio envolvente.
RESULTADOS
(nos quais estão incluídos os resultados da empresa portuguesa)
Durante a Assembleia, Marta Álvarez referiu que o exercício de 2024 foi muito positivo para o Grupo, com aumentos substanciais nas vendas e nos resultados. O El Corte Inglés obteve, no exercício encerrado a 28 de fevereiro de 2025, um volume global de receitas de 16.675 milhões de euros, o que representa um aumento de 2% face ao exercício anterior e de 4,3% em termos de área comparável.
As melhorias na eficiência da gestão, a vocação de serviço ao cliente, bem como a contínua inovação e qualidade dos produtos, refletem-se também no EBITDA consolidado do grupo, que atingiu os 1.209 milhões de euros, mais 11,9% do que no ano anterior. Relativamente ao resultado, o lucro antes de impostos foi de 682 milhões de euros, com um lucro líquido de 512 milhões de euros (mais 6,7% do que no exercício anterior), enquanto o lucro líquido recorrente se fixou nos 470 milhões de euros.
A dívida financeira líquida do Grupo foi reduzida em 263 milhões de euros, o que representa 1,5 vezes o EBITDA.